Essa critica de um absurdo, que ao mesmo tempo parte de uma realidade, vi uma vertente através da cena que uma aluna fez, que foi a do cego, ela fazia algo que era um cotidiano mas a fala dela era uma coisa absurda, foi muito engraçado, acho que partiu dai também a busca pelo teatro do absurdo.
Essa incoerência de um personagem, dai veio a ideia de como seria as vertentes de pensamentos dela, a partir do absurdo, como flui na mente deles adolescentes, se geraria uma poética.
definir isso é algo um pouco perplexo, mas pude ter uma percepção leve de que o criar deles é bem diferente do fazer, não sei se seria a falta de pratica, mas a criação é bem mais fantasiosa, que até mesmo identifiquei com o dadaísmo, li um pouco sobre o dadaísmo que parte de algo bem irreal mesmo que não vem de uma realidade do cotidiano, é algo que não tem muito sentindo mesmo na parte que se inicia.
Estamos trabalhando essas possibilidades de trabalhar com essas ideias.
ESSLIN, Martin diz que o teatro “puro” é composto de “efeitos cênicos abstratos, tais como os que nos são
familiares no circo ou na revista, no trabalho dos malabaristas, acrobatas, toureiros e funâmbulos
[equilibristas]”. No Teatro do Absurdo, o elemento de teatro “puro” que predomina “é um aspecto de sua
atitude antiliterária, de seu repúdio da linguagem como instrumento de expressão das mais profundas camadas
de significação”.
Absurdo é “o
que é sentido como despropositado",que suas ações se tornam algo como totalmente sem sentido ou sem ligação com o resto
do texto ou da cena, algo inútil.
Mas com aquela ligação do surgimento de uma realidade para não se perder a origem.
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