domingo, 21 de junho de 2015

Estagio II 16/06/2015 por jeferson

Hoje retomando ao estagio fique pensando na proposta de trabalhar a ideia de teatro do absurdo, pois desde uma apresentação que assisti do sexto período achei incrível, a ideia de ser um absurdo as falas e comecei a pesquisar um pouco sobre o absurdo e com algumas conversas e consultando teóricos Artuard onde falava um pouco sobre teatro do absurdo.

Essa critica de um absurdo, que ao mesmo tempo parte de uma realidade, vi uma vertente através da cena que uma aluna fez, que foi a do cego, ela fazia algo que era um cotidiano mas a fala dela era uma coisa absurda, foi muito engraçado, acho que partiu dai também a busca pelo teatro do absurdo.
Essa incoerência  de um personagem, dai veio a ideia de como seria as vertentes de pensamentos dela, a partir do absurdo, como flui na mente deles adolescentes, se geraria uma poética.

definir isso é algo um pouco perplexo, mas pude ter uma percepção leve de que o criar deles é bem diferente do fazer, não sei se seria a falta de pratica, mas a criação é bem mais fantasiosa, que até mesmo identifiquei com o dadaísmo, li um pouco sobre o dadaísmo que parte de algo bem irreal mesmo que não vem de uma realidade do cotidiano, é algo que não tem muito sentindo mesmo na parte que se inicia.
Estamos trabalhando essas possibilidades de trabalhar com essas ideias.

ESSLIN, Martin diz que o teatro “puro” é composto de “efeitos cênicos abstratos, tais como os que nos são familiares no circo ou na revista, no trabalho dos malabaristas, acrobatas, toureiros e funâmbulos [equilibristas]”. No Teatro do Absurdo, o elemento de teatro “puro” que predomina “é um aspecto de sua atitude antiliterária, de seu repúdio da linguagem como instrumento de expressão das mais profundas camadas de significação”.

Absurdo é “o que é sentido como despropositado",que suas ações se tornam algo como totalmente sem sentido ou sem ligação com o resto do texto ou da cena, algo inútil.
Mas com aquela ligação do surgimento de uma realidade para não se perder a origem.

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